Mude um pouco

Imagem: http://4.bp.blogspot.comGalera de mídias sociais vai toda animada nos eventos… de mídias sociais. Ou então, galera de mídias sociais das empresas e das agências também são indicados a ir nos eventos… de mídias sociais.

Não estou apontando o dedo apenas para mídias sociais, mas para qualquer outra turma de qualquer outra profissão ou especialização.

Se você já trabalha com mídias sociais (por exemplo) há um tempo e já chegou a frequentar praticamente todos estes eventos específicos, sabe os temas podem ser até diferentes dos anteriores, mas nada muito diferente do que você já acha vasculhando, estudando e trocando ideias com profissionais na Internet. Ok, se você vai para fazer network, aí concordo. Eventos são ótimos para isso.

Mas onde quero chegar? Hoje o pessoal está tão bitolado que eles só procuram e se fecham nos eventos de suas especializações. Eu sugiro que eles abram a cabeça, os horizontes, e comecem a frequentar eventos que sejam diferentes do que geralmente frequentam. Não precisa fugir tanto assim, se você é de mídias sociais, vá em uma palestra diferente dentro mesmo de uma Campus Party ou uma InterCon, ou a própria SXSW. Veja um pouco o mundo do pessoal de desenvolvimento, de astronomia, de sustentabilidade. São coisas diferentes, interessantes, e também se for muito chato, saia e veja outra palestra, troque ideias durante um almoço onde ninguém se conhece. É divertido pra caramba!

Objetivo e precisão é tudo

Por anos tenho olhado inúmeros currículos, todos obviamente para trabalhar diretamente comigo.
Graças aos serviços como o trampos.co, você consegue receber vários currículos por hora, dependendo da vaga. No entanto, quanto mais currículos você recebe neste dia-a-dia corrido, menor o tempo para conseguir puxar e ver o que os candidatos têm a oferecer. Menor o tempo, maior a objetividade que estes arquivos e mensagens precisam ter.

É triste mas existem vários candidatos que realmente não se importam em escrever algo no corpo do e-mail, existem os que enviam para vários e-mails de outras agências, temos os que atiram para todos os lados, e alguns poucos que acham que estão falando com um de seus concorrentes, porém enviando para seu e-mail.

É muito ruim esta falta de noção dos candidatos, principalmente os mais novos (alguns, pelo menos). Em nosso meio (Comunicação), é muito comum recebermos currículos com os objetivos “trabalhar na área de Marketing/ Comunicação”. Isso é muito amplo, amplo demais. Embora seja um erro muito comum dos novatos, isso não o ajuda a “ser pego para o que tiver”, muito pelo contrário, sua única chance naquele lugar foi descartada.

Gostava de ver currículos objetivos, quero trabalhar nisso ou com isso, tenho experiência naquilo (experiência que interessava para aquela vaga, não a de padeiro, a de mágico, de curandeiro).

Não estou falando apenas dos novatos, todos somos candidatos, de alguma forma. Apenas acredito que para qualquer documento, trabalho ou algo que vá mostrar como você é e o que você faz, precisa ser objetivo, conciso e passar o que você gostaria de receber se estivesse do outro lado.

Medo de jogar fora

Jogar fora papelada, brinquedinho, caixas, garrafinhas… é tão fácil quanto respirar. Mas estou falando em jogar fora coisas que você acha que jamais devem ser jogadas.
Um amigo meu me disse uns dias atrás que eu não deveria ter me livrado de alguns livros (físicos) que tinha. Oras, eu entendo o lado dele e um bom tempo da minha vida pensei assim, de não poder jamais se livrar dos livros. Não estou falando em jogar no lixo, mas de passar adiante para outra pessoa após a leitura, e isso tenho feito bem mais frequente. Sei que também tem aquele lance de “ah, isso foi um presente de tal pessoa, etc.”, mas o que você leu vai ficar em sua memória, assim como o carinho da pessoa em ter lhe presenteado… e vc sempre pode baixar a versão digital do livro.

A mesma coisa serve para fotos, vídeos, alguns objetos, roupas, taaaanta coisa. E ainda estou falando de coisas físicas, tangíveis. Até mesmo dinheiro. Sim! Mas neste caso, encare como investimento por querer ou merecer, jamais como desperdício.

E as coisas intangíveis? Como diz galerinha animada no Facebook “O essencial… ou o que nos faz feliz é invisível aos olhos”. Faz sentido e eu concordo, mas eu não vou ficar falando aqui de amor, de carinho, saúde, bla bla bla. Estou falando de ideais, ideias, conceitos, pré-conceitos.

As pessoas se assustam quando escutam algo como “eu não quero ter filhos”, “pai, eu sou gay e estou em um relacionamento sério com o zezinho”, “sei que as crianças vão sofrer, mas eu preciso me separar do meu marido”, “amanhã escolha 3 membros da sua equipe para não mais fazer parte da empresa”, “se não tomarmos essa medida agora, será pior pra nós e para todos depois”… São situações bem diferentes mas que exigem “jogar fora” uma ideia ou caminho que as pessoas estavam seguindo ou se apegando. Estamos acostumados com a busca pelo conforto, pela estabilidade e pelo seguro. Mas o desconhecido, o imprevisto pode ser aquela adrenalina que pode chegar a viciar e que de certa forma, pode deixar nossa vida mais “aji-no-moto”, entende? Pode realçar melhor cada segundo vivido.

Todos nós nos apegamos demais às coisas e isso acaba não nos deixando viver outras ou dar espaço às outras coisas novas. E gosto pra caramba do pensamento da mãe da minha instrutora de arco e flecha, que diz que a vida é curta e que precisamos aproveitar o momento, independente de quanto custe ou do que seja necessário.

Então já comece a exercitar aos poucos, até pq é difícil jogar fora tudo de uma vez.
Chega lá no seu marido e diga que não está mais curtindo ele.
Amanhã, explique ao seu chefe que você está vendo outras coisas.
Você que sempre quis ter aquele carro irado, tire todo o dinheiro da poupança das crianças e compre! Elas ainda são crianças! Dá tempo de juntar mais depois.

Casa nova

Estou de casa nova e por isso alguns artigos e textos ficam na fila para publicação.
Mas tudo isso é por causa da correria louca, tanto com a pós quanto com o novo local de trabalho. Para quem não sabia, estava há um bom tempinho na Rae,MP, onde fiz muitas amizades, trabalhei e aprendi muito.
Já no início de julho deste ano, mudei de casa indo para a R.E.F Comunicação, um lugar que estou achando bem legal com pessoas boníssimas e muito profissionais. Há tantas coisas a serem feitas e talvez seja por isso que não esteja conseguindo escrever aqui no blog, no Quick Drops, e muito menos no Yokoso News.

Eu estou doida pra voltar a postar com melhor frequência, nem que seja daqueles meus textos loucos “notionless” XD

Aquela seçãozinha do blog continua lá (ou aqui: http://marinamizioka.com/?page_id=1197, sempre atualizada, com o belíssimo trabalho das assessorias de imprensa, a quem sou muito grata também.

Marina e o EasyTaxi

Quem me conhece sabe que eu não sou de pegar táxi, prefiro muito mais dirigir do que torrar grana indo e vindo dos lugares. Mas tem certos momentos que você sabe que vai se render ao álcool social, então nada mais correto que deixar o carro em casa.

Daí que ontem, usei pela segunda e terceira vez o app EasyTaxi. O app não é novidade, todos conhecemos e acho que até já acabou aquela promoção deles de ganhar uma bebida em alguns bares, bastando chamar um táxi. Ok, aí o carinha lá chegou pontualmente, entrei no táxi, disse boa noite, falei pra onde queria ir e fiquei calada (não que eu não goste de tirar informações do taxista com umas conversas, mas o taxista anterior tinha me pego pra Cristo, reclamando da vida, etc… que eu prometi que no próximo táxi, eu ia entrar e sair calada). Então, ontem foi feriado de Corpus Christi, vias super livres em São Paulo, e quando estávamos em locais que a velocidade máxima era 60 km/h, sem brincadeira, o cara estava a 75. Quando estávamos em locais com máxima de 70 km/h, o cara devia estar a 85. Foi o máximo! É como desafiar os radares da cidade com aquele sorriso!

Na volta, também usei o app para chamar um táxi. Veio o tiozinho lá, mesmo esquema: boa noite, destino, vamos. Pegar a 23 de maio a 90km/h, vendo os carros ficarem pra trás foi algo sensacional. Peguei o celu, ativei o Waze. Waze é o app crowdsource de GPS, e como todo GPS, o ponto que é o seu carro, fica parado no mesmo lugar na tela, fazendo o mapa se adequar ao rumo que você está tomando. MAS ONTEM FOI DIFERENTE! O cara tava correndo tanto que o ponto do carro na tela não resistiu e começou a se mexer no mapa. AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH! O mapa não dava conta! Se eu ingeri álcool? Sim. Mas não tanto a ponto de ver coisas. Aquilo realmente aconteceu. XD

Ah, uma coisa que o último taxista também havia comentado é que seria melhor usar o outro app, o 99Taxis. Diz o cara que este aciona o taxista que estiver mais próximo do seu local, já o EasyTaxi, busca num certo limite e vai o taxista que acionar primeiro. Bom, ta aí para vocês usarem o que for melhor.

Yahoo!, não detone o Tumblr, pls.

“Yahoo! comprou o Tumblr”. Você chegou a sentir um pequeno calafrio ao ler esta notícia? Eu senti e pensei “Não deixem aquela mulher [Mayer] arruinar o Tumblr”.
Sei não, mas quando eles apostam em tentar levantar ou monetizar, você já pensa que os dias estão contados, que vai entrar aquela enxurrada de espaços publicitários, e o Tumblr que todos conhecemos, no formato que adoramos poderá ir por água abaixo.

Se tem algo que adoramos no Tumblr é sua cara mais que objetiva e conteúdo em primeiro, segundo e terceiro lugar. O Instagram segue o mesmo modelo, ou seja, é clean, se você quiser entrar com divulgação ou propaganda, vai ter que pensar direito como fazer, e não estou falando da forma varejo “feira” ou macacão de piloto de F1.

Você tendo largado ou não sua conta no Tumblr (sim, acredito que você fez pelo menos uma conta por lá em algum momento), ele ainda é amado e admirado por muitos pois é um formato muito simples, uma configuração muito fácil e prática, além de contar com diversos templates, incluindo na versão free. Ainda gostamos de ver gatos pulando para todos os lados por lá, os meme faces carregavam suas energias nos posts desta rede e muitos, mas muitos publicitários (e publicitárias) já foram pegos antes de serem brifados. 😀

Mas sinceramente, estou tendo ainda aquela sensação de que como a maior prioridade do Yahoo! neste momento é monetizar, as coisas podem mudar para os usuários e visitantes do Tumblr. A compra teve um valor BEM significativo (US$ 1,1 bilhão), de alguma forma vai ter que valer muito a pena para a galera da Marissa Mayer.

A maioria está pronta para as novas opções?

NFC (Near Field Communication), a explicação mais simples é o sistema que permite a transferência de dados entre dispositivos que o possuam habilitados. A simples transferência pode ser feita via wi-fi ou bluetooth? Com certeza, mas com o NFC a diferença fica por conta de não necessitar de acesso da Internet, e ele também precisaria estar praticamente a no máximo 10 cm do outro dispositivo, além de ser bem rápido o envio e recepção de dados, menos de 1 segundo.

E também é preciso não misturar as bolas, QR Code é outra coisa (que você com certeza já assistu no YouTube aquele vídeo da Tesco nas estações de metrô da Coreia do Sul). Ah sim, e quanto ao RFID? O NFC é basicamente uma forma de RFID, só que este último permite uma leitura e recepção de distâncias maiores que as do NFC, além de também só ler, ele só recebe os dados.

O que descrevi aqui não se trata de algo novo, mas só recentemente as operadoras de cartão de crédito lançaram ou começaram a testar aqui na América Latina, o NFC para o simples comércio. Parece que também testaram no sistema de transporte público do litoral ou algo assim, mas apenas para controle de quantidade de passageiros. Veja aqui um exemplo de como uma empresa criou um aplicativo e sistema para instalar nos supermercados franceses do Grupo Casino.

Pesquisei e li diversos artigos e notícias sobre a questão de segurança do NFC, e os argumentos foram tão empatados como na divisão de opiniões sobre o comercial do Classe A ao som do “Lelek lek lek”. A questão começa pelo uso do celular para que você se dirija ao ponto de venda, nem sequer tendo sua carteira com você. O uso do celular para ações comerciais aqui no Brasil, seja uma simples compra de um app no Google Play ou então de uma transferência via app do banco, ainda esbarra muito na questão da desconfiança. As pessoas não sabem se pode ser algo seguro fazer isso via celular, se seu antivírus vai realmente cumprir seu papel em momentos como esse, ou até mesmo o que pode acontecer caso seu dispositivo seja roubado.

De qualquer forma, lá está você na mesma situação que assistiu no vídeo. Posicionando seu celular nas tags dos produtos, fazendo suas opções, recebendo ofertas e em seguida, passando no “caixa”, seu registro do cartão com a bandeira Visa ou Mastercard foi ativado para conclusão da compra. É neste momento que começam as divisões de opiniões sobre a segurança de seus dados.

Algumas fontes explicam que existe a possibilidade de ter a entrada de terceiros no meio desta comunicação, que podem receber seus dados e alterá-los. Outros dizem que ao deixar habilitado o NFC em seu celular, qualquer pessoa pode se aproximar e captar seus dados. Mas também existem aqueles que batem no argumento de que tudo isso é mito e que há muitas etapas e até o próprio ok codificado do dono do celular e da conta no processo.

Eu acredito que, independente da tecnologia adotada, sempre haverá uma pequena brecha para tudo. O mau uso e más intenções não são efeitos da tecnologia, mas de vários outros aspectos da sociedade e do ser humano.

Atendimento II

Conceito e prática de bom atendimento sempre foi discutível. O padeiro daquela padaria sempre se mostra indiferente aos seus clientes diários, aquela atendente da Oi só consegue falar “5 dias úteis”, o serviço de SAC daquela outra empresa nem sequer abre seus e-mails, aquele representante parou de me dar atenção após ter conseguido um outro cliente parrudo… e assim por diante. Tem uns que dizem que só por ter atendido, já é algo bom. Outros, só vão sentir algum bom efeito quando ver que a solução já está quase 100% entregue. E existem outros ainda que só se darão por satisfeitos quando sentir um bom atendimento após utilizá-los pelo menos umas 3 vezes consecutivas.

Um bom tempo atrás, eu chegava a pensar: “Ela atende mal porque ela levanta no meio da madrugada, pega 3 conduções para chegar ao trabalho, não tem estudo, nem expectativas, é todo dia aquele esquema com o headset e um sistema lerdo em seu computador para atender os clientes xingando, 15 minutos de almoço, ganha um salário mínimo e não pode gastá-lo com ela própria porque tem que ajudar o irmão que tem 20 filhos…”. Mas eu também me deparava com pessoas que tinham uma vida totalmente diferente desta anterior, e que por algum motivo, talvez preguiça, desmotivação ou desagrado mostravam um atendimento tão péssimo quanto a outra.

Não sei o que você pensa, mas eu acredito que se você topou o desafio, você também aceitou as regras. Claro, sempre há espaço e tempo de sugerir mudanças para o melhor, mas de um jeito ou de outro, ainda assim, você aceitou os termos básicos para fazer este atendimento.

Eu ainda tenho minhas dúvidas se o serviço de atendimento possui as vagas mais fáceis de serem preenchidas e por isso, você encontra uma grande variedade de pessoas ineficientes fazendo tal serviço. Às vezes, nem é pela falta de atenção e carisma no atendimento, mas pode acabar pecando no analfabetismo (que dependendo dos dados a serem registrados, pode causar danos e muita dor de cabeça para a empresa e para o cliente).

Como você muda isso?

Atendimento

Calma, eu não vou brincar com ninguém do Atendimento de qualquer agência. XD
Na verdade, eu estava aqui estudando e veio um texto complementar para ler sobre Vendas e Atendimento. Para falar a verdade, um grão de areia no deserto de bilhões de textos sobre bom atendimento que vemos em qualquer lugar. Este texto que li é velho (de 2006), não mata nenhuma charada, não impressiona, mas só me cutucou a querer colocar aqui pela semelhança da situação que passei em uma pousada lá no sul do Brasil.

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Artigo abaixo se encontra neste endereço: http://www.consultores.com.br/artigos.asp?cod_artigo=367

Qualidade no atendimento é…

Paulo Henrique de Araújo

Vamos aos fatos: era mais um fim de tarde em minha vida. Acabava de chegar a uma cidade do interior do Rio Grande do Sul para realizar uma palestra. Naquela semana estava havendo um grande evento na cidade e seu principal hotel estava lotado. Foi quando me sugeriram hospedar-me na Pousada Santa Maria. Confesso que a princípio a idéia não me pareceu agradável e já estava me imaginando em não tendo uma boa noite de descanso.

Assim que cheguei à fachada parecia confirmar meus pensamentos, mas algo estava para acontecer. Logo na entrada um senhor já foi pegando minhas bagagens e na recepção fui logo atendido com um cumprimento cordial e um longo sorriso, o que confesso acalmou minhas más primeiras impressões da tal fachada. A recepcionista, D. Tânia, uma mulher simpática e um jeito maternal logo foi me mostrando um dos quartos da pousada. Quando entrei notei belos móveis, um quarto bem pintado, banheiro limpo e bem decorado, TV, frigobar e belas colchas na cama.

Mas o melhor ainda estava por vir. Assim que saí para meu compromisso daquela noite, D. Tânia perguntou-me se eu iria jantar fora ou se preferia jantar quando retornasse. Respondi que preferia jantar na volta se não fosse incômodo, preferencialmente um prato leve e bem quente devido ao frio que já estava se anunciando lá fora. Ela sugeriu-me uma bela canja. Aceitei e solicitei o serviço de lavanderia para passar uma de minhas camisas. Sua resposta foi curta e grossa: – “Nossas camareiras já se foram, mas eu terei prazer em passar a camisa para o senhor. Onde ela está?”

Assim que retornei, por volta de 23h00min h, lá estava à minha espera uma bela canja quente e minha camisa impecavelmente bem passada.

Minha expectativa quanto ao atendimento havido sido superada. Minhas conclusões:

? Questão de boa vontade. Um bom atendimento é principalmente questão de boa vontade. D. Tânia não era a recepcionista somente, mas a própria encarnação da filosofia e atitudes que toda empresa deve ter independente de área de atuação ou porte.

? Felicidade e paixão. Estes me pareciam ser os sentimentos predominantes no local. Prazer e paixão por aquilo que se faz. Você já percebeu que, quando estamos felizes e apaixonados, produzimos e trabalhamos muito mais sem, porém, fazer muito esforço para isso? Lembrei-me dos pequenos atos criativos com os quais chamamos a atenção e para conquistamos o amor da primeira namorada ou namorado…

? Alegria em servir. No outro dia ainda notei a alegria e presteza em que as pessoas lá trabalhavam. No café da manhã, bem caseiro, porém cheio de variedades, a própria cozinheira saia de seu “reino” para perguntar aos hóspedes se os bolos estavam ao nosso agrado. A alegria deve fazer parte de nosso ambiente de trabalho e de nossa vida, é um grande recurso para o aumento da qualidade e da produtividade. É claro que temos dias felizes e tristes (e quem não os têm), mas se conseguirmos maximizar os pequenos momentos de felicidade poderá “escapar” mais rapidamente dos momentos infelizes.

? Somente tecnologia não ganha jogo. Ter uma equipe que se sinta dona do próprio negocio é mais importante do que sistemas e máquinas de última geração.

? Auto-superação. Essa é a palavra-chave para a excelência pessoal. Transforme suas idéias em soluções práticas, procurando sempre melhorar continuamente, elevando sempre seus objetivos. Temos a triste mania de só nos considerarmos pessoas criativas quando temos grandes idéias, grandes projetos. No entanto nossa vida pessoal e profissional é formada por pequenos atos. São os pequenos atos e pequenas mudanças que realmente nos transformam profundamente.

? Valorização do cliente. Com certeza, a equipe da pousada, pelo menos intuitivamente, sabe que é o cliente que mantém seus empregos. Acredito que devido a isso a recepcionista, o mensageiro, as cozinheiras estavam todos muito empenhados em atender bem a todos os hóspedes daquela pequena pousada. O cliente é a razão de ser de sua empresa. Crie uma cultura onde todos são responsáveis pelo bom atendimento, independente do setor em que trabalhem.

Minha última conclusão: por menor que seja sua empresa, por menos capital que ela tenha para investir, sempre, sempre pode existir um diferencial de mercado.

A excelência, a qualidade total está dentro de cada um de nós. O importante é querer atender bem, realizar um bom trabalho. Não tenha medo de errar. Temos de controlar nossa tendência para aceitar o fracasso e lutar mais pelo sucesso. Maximize todo o seu talento e esforço para o acerto e passe a acreditar mais nas possibilidades de sucesso. Pergunte-se sempre: e por que não?

Afinal, aprender todos nós podemos.

Aponte seu dedo pra lá

“Que coisa mais chata esse pessoal que só tira fotos de comida”, “o Instagram deles só tem fotos dos pratos que eles vão comer”…
Aahahah, pare de seguir ou simplesmente ignore.

Eu não entendo essas pessoas que vivem reclamando de amigos ou conhecidos que costumam tirar fotos dos pratos que estão prontos a serem devorados ou então de pratos que mereceram a atenção do consumidor por algum motivo. Eu tenho certeza que estas pessoas que tiram e publicam tais fotos não ficam fazendo isso toda hora a ponto de irritar os outros, nem mesmo Jamie Oliver faz isso toda hora, basta checar seu Instagram, e olha que ele vive disso, hein! O mesmo para a conta do Alex Atala, você já viu?

Vamos jogar um exemplo para a vida off-line? Você não aguenta mais aquela sua amiga ou colega que só fala do sobrinho, ou do cachorro do marido (leia e entenda como quiser), ou simplesmente, do trabalho. É chato escutar isso tooooda hora que você conversa com essa pessoa? Depende, se você passa um certo tempo do dia ou tem uma boa frequência de encontro com esta pessoa, realmente, isso enche. Mas aí entra seu livre arbítrio com o poder de se afastar desta pessoa gradativamente, ou então você pode começar a interagir com ela perguntando “você gosta tanto do seu sobrinho, já cogitou de também ter um filho? Por que não? Ter um tempo antes? Aaaah, então você não gosta de criança…”. Entendeu? Você pode dar uma de louca para a pessoa sair um pouco daquele campo autista.

Existe a grande chance de você ser considerada chata e a “do contra” por essas pessoas se você for com essas abordagens, mas obviamente você vai pensar em algo melhor na hora.

Voltando à vida on-line, que praticidade maior é aquela função de não receber mais as atualizações de algumas pessoas no seu Facebook? E você continua amiga delas. No Twitter, no Instagram, no YouTube, é só parar de seguir, de acompanhar, sempre há outras centenas que preencherão seu lugar.

E vocês aí falando de etiqueta nas redes sociais, mas atirando pedras em pessoas com hábitos tão “problemáticos” como os seus. Tsc, tsc.