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Relacionamentos & discussões políticas

Imagem: abcnews.comVocê é pró-impeachment? Você é contra o impeachment? Você é Trump ou Hillary?
É muito importante que você tenha sua opinião a partir dos fatos que conhece, das notícias que recebe e pesquisa a veracidade. É importante que você busque ou acredite em algo pois mesmo nestas situações políticas, por mais que existam pessoas que estejam em dúvida, elas acreditam na verdade e a buscam, e talvez os fatos que chegaram a estas pessoas as deixem em estado de análise, e portanto, em dúvida temporária. No entanto, assim como religião, as discussões políticas jamais devem ser a faísca ou motivo para atrapalhar relações pessoais e/ou profissionais. Brincadeiras sempre estarão presentes, mas jamais deveríamos chegar ao ponto de ver amizades instantaneamente cortadas ou pior, perseguição em ambiente profissional.

Tenho um ex-amigo com quem saía muito. Era incrível como ele começou a falar mal das pessoas que ele sabia que eram contra sua visão política, cortando amizades que eram muito boas há um certo tempo atrás. Ouvindo ele falar isso, eu ficava quieta ou ignorava. Eu só pensava quando seria o dia que ele descobriria que eu era mais uma “coxinha” (na visão dele). Este dia chegou, ele deixou bem claro via telefone que não queria mais saber de mim e desligou o celular, cortando imediatamente amizade nas mídias sociais. De forma alguma eu fiquei triste ou preocupada, mas isso só conseguiu gerar duas impressões imediatas: 1) esta pessoa é um robô e 2) o partido que ele defende não ficaria com vergonha de ter um partidário tão doido assim?

Com o que temos visto até então em nosso país, especificamente no cenário político, eu observo muitas pessoas em situações radicais sobre seus relacionamentos, de amizade mesmo, em que a discussão política tem gerado desgastes. E eu pergunto “Para quê?”
Terminar relacionamentos ou criar mal-estar no trabalho por razões políticas é tão irracional como parar de falar com alguém porque a pessoa está usando uma cor de roupa que não o agrada.

Levamos a imagem a sério?

Levamos a imagem a sério?Milhões, bilhões de dólares são destinados ao mercado para que outros zilhões de profissionais trabalhem, se preocupem e transpirem para que a imagem da marca de produtos e serviços seja boa. Todo esse esforço precisa gerar um retorno positivo quanto à percepção do público sobre as marcas, que, consequentemente, precisam inspirar confiança para aumentar a atração do consumidor, que colabora então para o incremento financeiro das empresas. Sempre foi assim e continua sendo, mas há variações geradas pelo comportamento humano que driblam a lógica.

Uso de trabalho escravo na linha de produção de confecções para grandes marcas? Já vimos! Gerou polêmicas mas continuamos comprando e nos vestindo com os produtos das mesmas que receberam esse tipo de acusação. Escândalo sobre desvios gigantescos de capital envolvendo inclusive delação de vários políticos (governadores, senadores, deputados…)? Estamos vendo! E nem por isso deixamos de usar seus produtos, abastecer nossos carros, torcer por esportistas patrocinados pela marca.

Por quê?
A atenção de grande parte da população está voltada para o que está um pouco mais próximo, o que está ao seu alcance no dia a dia. Não são muitos os que ligam seu consumo à outra ponta, que enxergam o que tal grão de arroz pode fazer para a balança virar.

Já pensei também que poderia ser a volatilidade extremamente alta da memória dos consumidores. Por exemplo: algum fato grave negativo ocorre com a empresa e, apesar disso, todos deixariam a notícia correr gerando indignação na população geral. Pouco tempo depois, a maioria deixaria para trás e continuaria a consumir seus produtos. As pessoas esquecem a notícia porque várias outras surgem logo em seguida.

Além dessas questões, pergunto: para que mesmo são investidas fortunas em imagem de marca? Fortalecer sua credibilidade seria uma das respostas. Entretanto, a mais óbvia está na necessidade de ganhar audiência (boa… ou má), mas se for para dispender montantes significativos, que seja no comportamento positivo por parte da empresa, claro.

Sendo ou não relevantes as questões polêmicas para você, a empresa, sendo bem ou mal falada, terá a marca — mesmo que negativamente — evidenciada. No entanto, algum nicho ela deverá atingir. Alguém no mundo vai colaborar para gerar a demanda de que a empresa precisa para se manter.

Portanto, a palavra-chave é, simplesmente, aparecer?

A melhor hora de buscar um novo emprego

Imagem: http://www.best-pocketknife.netDizem que a melhor hora de mudar de emprego ou então de se lançar com mais força no mercado é o início do ano. Outros dizem que lá para o meio do ano também é interessante.

“Ah, mas depende em que área você atua”.

Não, não sejam tão ingênuos. A melhor hora de mudar de emprego ou conseguir um novo após um período parado é a hora em que você se sente mais preparado como nunca para isso. É aquele momento em que você enxerga a oportunidade e diz a si próprio “esta vaga foi feita pra mim e vou gerar melhorias a curto prazo”. Isso vale para publicitários, advogados, engenheiros, professores, operários, faxineiros… para todas as profissões.

Um dia estava comentando com um amigo que se uma pessoa só fica esperando a boa vontade de retornos das empresas através de LinkedIn, dos sites de empregos, etc, perde-se muito tempo. A Internet e as mídias sociais trouxeram muito mais agilidade para isso? Sim, mas não fique dependente apenas destes. Neste exato momento, existem empresas que não sabem que precisam trocar de funcionários. Levante e ofereça o seu “talento”, não o currículo, mas uma proposta de solução. “Ah, mas eles podem pegar minha ideia e usá-la sem me dar créditos”. Você é um gerador de ideias, não se preocupe, melhores virão e a tal empresa vai dar um jeito de se mexer e não ficar dependente das ideias de terceiros. Alguma mudança você fará no mundo.

Meu pai já dizia “Você está procurando trabalho ou emprego? Trabalho é o que não falta no mundo. Emprego já é outra coisa”. Pois então eu digo aos que estão de alguma forma com dúvidas, medos e receios, comecem o trabalho que o emprego virá. Se este não “vier”, você poderá se dar conta de que está criando um.

Casa nova

Estou de casa nova e por isso alguns artigos e textos ficam na fila para publicação.
Mas tudo isso é por causa da correria louca, tanto com a pós quanto com o novo local de trabalho. Para quem não sabia, estava há um bom tempinho na Rae,MP, onde fiz muitas amizades, trabalhei e aprendi muito.
Já no início de julho deste ano, mudei de casa indo para a R.E.F Comunicação, um lugar que estou achando bem legal com pessoas boníssimas e muito profissionais. Há tantas coisas a serem feitas e talvez seja por isso que não esteja conseguindo escrever aqui no blog, no Quick Drops, e muito menos no Yokoso News.

Eu estou doida pra voltar a postar com melhor frequência, nem que seja daqueles meus textos loucos “notionless” XD

Aquela seçãozinha do blog continua lá (ou aqui: http://marinamizioka.com/?page_id=1197, sempre atualizada, com o belíssimo trabalho das assessorias de imprensa, a quem sou muito grata também.

Atendimento II

Conceito e prática de bom atendimento sempre foi discutível. O padeiro daquela padaria sempre se mostra indiferente aos seus clientes diários, aquela atendente da Oi só consegue falar “5 dias úteis”, o serviço de SAC daquela outra empresa nem sequer abre seus e-mails, aquele representante parou de me dar atenção após ter conseguido um outro cliente parrudo… e assim por diante. Tem uns que dizem que só por ter atendido, já é algo bom. Outros, só vão sentir algum bom efeito quando ver que a solução já está quase 100% entregue. E existem outros ainda que só se darão por satisfeitos quando sentir um bom atendimento após utilizá-los pelo menos umas 3 vezes consecutivas.

Um bom tempo atrás, eu chegava a pensar: “Ela atende mal porque ela levanta no meio da madrugada, pega 3 conduções para chegar ao trabalho, não tem estudo, nem expectativas, é todo dia aquele esquema com o headset e um sistema lerdo em seu computador para atender os clientes xingando, 15 minutos de almoço, ganha um salário mínimo e não pode gastá-lo com ela própria porque tem que ajudar o irmão que tem 20 filhos…”. Mas eu também me deparava com pessoas que tinham uma vida totalmente diferente desta anterior, e que por algum motivo, talvez preguiça, desmotivação ou desagrado mostravam um atendimento tão péssimo quanto a outra.

Não sei o que você pensa, mas eu acredito que se você topou o desafio, você também aceitou as regras. Claro, sempre há espaço e tempo de sugerir mudanças para o melhor, mas de um jeito ou de outro, ainda assim, você aceitou os termos básicos para fazer este atendimento.

Eu ainda tenho minhas dúvidas se o serviço de atendimento possui as vagas mais fáceis de serem preenchidas e por isso, você encontra uma grande variedade de pessoas ineficientes fazendo tal serviço. Às vezes, nem é pela falta de atenção e carisma no atendimento, mas pode acabar pecando no analfabetismo (que dependendo dos dados a serem registrados, pode causar danos e muita dor de cabeça para a empresa e para o cliente).

Como você muda isso?