A questão econômica das acompanhantes




super freakonomics

Upload feito originalmente por asmodejs

Pra quem leu “Super Freakonomics”, no começo ainda do livro, tem a história (verídica) daquela mulher que tinha uma ótima formação, um belo emprego em tecnologia e era casada. E que depois, ela se divorciou e já que ela gostava bastante de sexo, ela começou a ter clientes.

No começo, ela cobrava 300 dólares por hora, depois de pagar a casa e/ ou o carro, daí ela viu que poderia cobrar um pouco mais dos clientes que ela não gostava tanto. Mas como ela viu que a demanda não afetou nem um pouco, daí ela subiu para 400 por hora… e a demanda continuou. Então ela aumentou para 500 dólares a hora, e daí ela já tava bem brava pq viu que cobrava pouco no começo.

Ela era mais uma prostituta de luxo, ou uma “acompanhante” porque ela mesma cuidava de seus serviços. Então ela fazia sua própria agenda.

Então o final de um parágrafo deixa no ar:
“Portanto, o verdadeiro enigma não é por que alguém como Allie se torna prostituta, mas, sim, por que mais mulheres não escolhem essa carreira.”

E quando movimentamos valore$ pelas redes sociais e pela Internet?

Momentos pós-acidentes e desastres naturais, epidemias, problemas sociais, ideologias, pesquisas, etc. As pessoas estão cercadas de motivos e causas para fazerem uma doação.
E essas doações que ocorrem via Twitter? Já viu alguma?

PayPal

PayPal

Existem várias ferramentas hoje criadas para essa transferência de ajuda, através de sua conta do Twitter.

Sempre há por trás de todo esse processo, um serviço de transferência de pagamento virtual, como o PayPal (http://www.paypal.com), afinal o Twitter ainda não possui um laço com instituições financeiras para uso livre e seguro das contas de seus cadastrados.

Como geralmente funciona:

Uma vez que você possui uma conta do Twitter e uma conta em um serviço como o PayPal, você poderá acessar diversos sites de doações (ex.: http://www.twonate.com). Depois de se cadastrar, você envia uma mensagem pelo seu Twitter, mencionando que você está doando um certo valor para instituição ou causa X, através de tal site.

twonate

Twonate

Obviamente, este site descontará uma taxa por intermediar. Então, você encontra o próprio retirando a comissão de desde 5 cents até valores percentuais em relação ao valor doado.
Quando o valor acumulado ultrapassar uma quantia mínima estipulada pelo site, a instituição poderá fazer sua retirada pelo PayPal, por exemplo.

Vantagem?
Praticidade e exposição da sua preocupação pela causa ou instituição.

Mas e quando a tal exposição não é adequada?

Já ouviu falar no Twitpay.me? (http://twitpay.me – não confunda com o http://twitpay.com).

twitpay

Twitpay

O Twitpay tem basicamente o mesmo sistema desses anteriores, mas o intuito não é a doação à caridade ou instituições. O Twitpay funciona como um pagamento a alguém, um presente talvez.
Desta forma, o usuário que gostaria de fazer tal transferência, deve se logar em sua conta de Twitter e digitar:

“@seuamigo twitpay $10 por tal motivo”

Seu amigo receberá uma notificação via Twitter.

O Twitpay neste caso é apenas um intermediário que recebe seu dinheiro, cobra sua comissão (5 cents) e proporciona ao destinatário o valor restante, mas em forma de gift cards da Amazon, portanto, é mais uma forma de presentear do que de fazer pagamentos.

No entanto, fazendo uma busca simples por tweets, você consegue listar as pessoas que usaram tal serviço. E isso acaba ficando exposto a qualquer pessoa, sendo que às vezes, as pessoas até queiram um sigilo em relação a esta informação.
O próprio Twitpay informou que ainda está estudando uma forma de tal notificação não aparecer publicamente, mas por enquanto, nada feito.

Alguns desses sites como o Twitpay, e até mesmo o Paypal, surgiram com algumas intenções, uma delas era driblar a sequência de taxas em transações por cartões de crédito. Um tempo atrás, era justificável a cobrança de tais taxas, mas hoje, com o avanço e o barateamento da tecnologia, aquelas taxas continuam, só que em quantidades bem maiores que as do passado.

Cuidados extremos sempre devemos ter com logins, senhas, dados importantes, contas, entre outras coisas.
Não deixe de pesquisar alguma ferramenta nova que queira usar na Internet e fique antenado nas notícias que correm no dia-a-dia em relação às mesmas.
Não estou dizendo que a praticidade leve à falta de segurança, mas a cautela é sempre necessária até mesmo em sua vida fora da web.

Em relação à segurança, podemos cair naquele debate de segurança pela Internet, de segurança em relação a dados bancários, que poderia durar pra sempre.
Métodos, processos e tecnologia sempre seguirão em frente com as novidades, e eles sempre serão bem-vindos, pois geram progresso, renda, desenvolvimento da Economia e cortam milhões em custos, mas você é livre para escolher o melhor método às suas necessidades e que você confie.

Vivo está viva, a Oi está morta

Quem me conhece ou acompanha meus tweets (@mtmzk), Facebook (Marina Mizi) ou blog, pôde ver meu drama com a operadora Oi, com quem tive uma conta por poucos meses, no plano Oi à vontade. Nunca vinha o valor certo, por causa de uma falha de não cadastrarem meu plano de dados.

Saí deles e fui pra Vivo. Minha zica me acompanhou, pois tb não tinham registrado meu plano de dados que havia contratado (e olha que tava em contrato e tudo mais, hein).
O fato é que cobraram dados avulsos e acabaram bloqueando meu celu, quando fui ver qual era o problema, vi que tava rolando tudo isso, ainda no primeiro mês.
Me cobraram 960 pilas! Sem brincadeira!
Fiz uma busca pra ver se encontrava o presidente da Vivo (Roberto Lima) na Internet, por sorte, ele se expõe (ao contrário do Presidente da Oi, o sr. Luiz Eduardo Falco) e acabei o encontrando via Twitter e depois busquei o e-mail dele.
Enviei mensagem ao Roberto Lima, explicando todo o caso e pedindo uma solução.
Sorte a minha que ele me ouviu e tive toda aquela confusão solucionada.

Ambas as operadoras possuem representação oficial via Twitter.
A Vivo (@vivoemrede) acompanha e responde aos tweets, BEM DIFERENTE DO QUE OCORRE COM a Oi (@digaoi).

Social Media Revolution

Assista a um vídeo muito legal sobre o poder das mídias sociais e o que elas já causaram (esse vídeo não é recente).

A quite interesting video about what social media represents actually (note: this video was uploaded some time ago).

“Gente, reviraram minha gaveta!”

Scroll down for the English version:

Você já deve ter disputado algumas vagas de emprego em sua vida. Com certeza, avaliaram sua experiência profissional, escolaridade, referências, viagens, habilidades, conversou com gestores ou diretores uma, duas, três vezes, mas ainda ficaram na dúvida entre você e outro forte candidato. Pode não ser um fator de desempate, mas o que custa para o entrevistador procurar mais detalhes seus pelas redes sociais na Internet? Nada.

Nesta hora, não o culpe, ele não é um Sherlock Holmes, muito menos o Demônio das Sombras, da Caverna do Dragão. As informações estão lá expostas e qualquer pessoa, em qualquer lugar do mundo poderá ver.

Provavelmente, você já deve ter colocado no currículo o link do Linked In e/ou sua identidade no Twitter (caso tenha um ou outro), link do portfolio carbonmade, no Flickr, etc. E aquelas informaçõezinhas extras?

Ah, as benditas comunidades. E você nem se lembrava que estava há muito tempo naquela comunidade do “Tomo umas antes do trampo”, “Baixo Lost quando meu chefe não está”. Pode parecer engraçado, sem intenções ou até mesmo falsas, mas às vezes, esses detalhes podem ser vistos por um ângulo diferente pelo entrevistador, gestor da área, etc.

Dependendo do ambiente em que você estiver interessado em ingressar, muito do que você diz na Internet, pode ser levado pelo lado positivo ou negativo. Um ambiente de agência de propaganda pode ser diferente do de um banco, o de uma instituição tradicional de ensino diverge de uma produtora de TV para jovens alternativos. Então segue aquele bom senso não só da Internet, mas da vida mesmo.

E acredite, a indexação de informações na Internet está tão rápida, principalmente pelo Google, que logo após publicarmos qualquer texto em um blog, o alerta do próprio, que você havia configurado anteriormente, já trouxe tal informação pouquíssimos minutos depois. Por isso não devemos subestimar a importância dada às nossas palavras, mesmo nos menores e mais discretos blogs e “becos” da Internet.

“Então devo ser o senhor exemplo nas redes sociais?”
“Por que já não me retiro de todos os lugares onde estou inscrito?”

Você não vai deixar de ser você mesmo, é óbvio. Seja transparente, coloque o que achar pertinente no momento certo, dê sua opinião real, mas lembre-se de que tanto na Internet quanto na vida, toda ação tem uma reação.

E você não precisa sair das redes em que está inscrito, afinal não só mostra que você está de certa forma presente e ativo digitalmente, mas também muitas oportunidades surgem de onde você menos espera. Pode acreditar!

English version:

“OMG, they tracked me down!”

You might’ve applied for some jobs in your life, right? Obviously, they analyzed your work experience, academic background, references, trips, habilities… and then you talked to HR people, managers, directors, maybe more then once or twice… and you found yourself in a situation where they were kinda divided between you and another candidate. Probably, it’s not a very important thing but what are the chances of them skimming social media tools to take a deeper look at you? Yes, way possible!

By this time, don’t blame the HR guy, he doesn’t intend to be a Sherlock Holmes. Face it, your data is out there, exposed to anyone in the whole world.

Probably, you sent in your resumé those links for your Linked In profile, Twitter ID or a Carbonmade and Flickr images of your artistic portfolio. How about those little extra data?

Oh yeah, those god damned Facebook pages and groups. And you couldn’t even remember you were a member of “Beer before work”, “I download Lost chapters when my boss is not around”. Sounds funny, unintentional or no longer true, but sometimes, those little details can be seen in a different way by the HR guy.

Well, of course it all depends on the work environment you belong to. Some things might be considered OK by a fresh and cool ad agency but it won’t be the same through the eyes of a very formal and trustworthy bank, for example. My dear, the smallest thing you should consider is to be sensible, not only on the Internet, but also in your daily life.

And trust me, words indexation on the Internet got way too fast, especially by Google engines. Right after posting something on your blog, BINGO! Few minutes later you get the Google alert noticing your name or nickname as the publisher of that post. So, that’s why we shouldn’t underestimate the importance given to our words, even in the simplest and smallest blogs or hidden alleys of the web.

“So, you’re saying I must be Mr. Perfect on the web and social media websites?”
“Why don’t I just delete my accounts?”

Of course, you don’t need to become someone you’re not. But you can be transparent, type what you think it’s pertinent on its right time, give your real opinions, but just remember that for every action, there’s a reaction.

And you don’t have to delete your accounts on social media websites, besides it not only shows you’re a connected and informed person, but many opportunities can come up through them. Trust me!

Campus Party 2010 – Scott Goodstein


Campus Party 2010 – Scott Goodstein

Upload feito originalmente por marinatm

Yes, we can! Yes, we can! E pá, lá está Obama no comando do governo mais poderoso do mundo.

Num país em que não há obrigatoriedade em votar para escolher seus políticos, houve uma onda, praticamente um tsunami se compararmos com a repercussão de McCain.

Uma equipe, muitos americanos e várias pessoas pelo mundo (sim, muitas outras nacionalidades apoiavam a eleição de Obama rumo à Casa Branca).

Você provavelmente ouviu falar em Scott Goodstein. Se não ouviu, saiba que ele e suas equipes foram os estrategistas para a campanha eleitoral de Barack Obama. E no terceiro dia da Campus Party 2010, ele fez uma breve apresentação de todo esse processo de planejamento.

Considere o seguinte: a população norte-americana, que faz uso de todos os meios possíveis de comunicação, assistem televisão, ouvem rádio, navegam pela web, lêem jornais e revistas, utilizam celulares… não necessariamente em mídias separadas, às vezes, tudo em um único dispositivo ou interseções entre algumas.

Oras, seria muito fácil atingir a todos, basta divulgarmos em todas as mídias possíveis.

Scott Goodstein discorda.

No universo das redes sociais, naquela época, os americanos ainda não estavam tão familiarizados com o Twitter. Scott e suas equipes focaram em MySpace e Facebook.

E mesmo que algumas pessoas ainda não estivessem entregues totalmente às redes sociais, havia o site da campanha, onde numa coluna cinza lateral, onde os internautas podiam encontrar os ícones das redes sociais que estavam sendo trabalhadas.

Por que não trabalhavam forte com um site, um blog, TV, etc?
Segundo Goodstein, o americano não é tão assíduo à TV como o brasileiro, por exemplo.

Ficar apenas em um site, um blog, não seria suficiente.

As redes sociais formam uma poderosa mídia, talvez a mais poderosa atualmente porque ela informa, entra em contato direto, mostra e compartilha conteúdo e ainda acaba trazendo muita gente para um objetivo, para uma questão. Uma organização de informações (vídeos , fotos, dados…), de graça, com várias pessoas falando e espalhando facilmente.

Goodstein ainda explica que toda estratégia se modifica dependendo do momento em que é formulada. Se fosse hoje a campanha eleitoral do Obama, certamente eles não estariam dando tanta ênfase ao MySpace, e estariam apostando grande parte das fichas no Twitter.

Eles também apostaram muito bem em redes sociais segmentadas (Migente, Blackplanet,…), afinal, o povo americano é praticamente formado por quase todas as culturas existentes no mundo.

Então eles se uniam e selecionavam as redes em que poderiam obter os melhores resultados, e que obviamente, também pudessem gerenciar com profissionalismo.

“ALLOW CONSUMERS TO ENGAGE AND VALIDATE” – Goodstein

Eles permitiam que várias pessoas fizessem suas versões dos logos, dos filmes, músicas, artes gráficas e digitais sobre a figura do Obama, da expressão “Yes, we can”. Isso gerava uma viralização gigantesca. Assistíamos a vídeos do Obama em versão hip hop, logos adaptados para uma versão feminina, comunidades, grupos, entre outros, todos de uma forma direta ou indireta, apoiando a eleição de Obama.

Realmente, quando você dá liberdade, a informação flui naturalmente.

A onda tomou tamanha dimensão que Goodstein conseguiu reunir programadores e desenvolvedores extremamente experts em suas profissões e áreas, onde estes, VOLUNTARIAMENTE, concordaram em criar e desenvolver um aplicativo para iPhone par a eleição do Obama.

Uma estratégia foi o envio de SMS um ano antes do início da campanha (na verdade, foi uma estratégia pré-campanha). E essa estratégia já preparou, já alertou algumas pessoas sobre a surpresa, sobre a expectativa. E que uma semana depois, aquelas mesmas pessoas que haviam recebido o SMS poderiam passar no comitê mais próximo de sua casa para conferir o que as aguardavam. Todas as operadoras americanas entraram no processo.

E vale dizer que o mobile marketing (exceto o SMS) foi algo que não funcionou tão bem para a campanha. “A maioria dos americanos ainda não sabiam fazer o download de material pelo celular, ainda não tinham um iPhone”, justifica Goodstein.

Mas Goodstein explicou que é tudo uma questão de experimentar, pois nem tudo funciona perfeitamente para todos.

Hoje, Obama está no Twitter, e a Casa Branca também. Não só no Twitter, mas também no Flickr e em outras redes. A participação deu tão certo que muitos políticos (americanos, brasileiros…) também tentam seguir o mesmo modelo de comunicação.

Um dos grandes fatores de sucesso da comunicação foi a integração das mídias, em que todas trabalharam juntas para o mesmo propósito.

Campus Party – como foi o Dia 2

Chuva, muita chuva lá fora. E muitos trovões puderam ser ouvidos aqui dentro da Campus Party.

Ontem pudemos conferir o primeiro dia de debates e palestras de todas as áreas.

O primeiro debate do espaço Campusblog foi “Mobilidade e dispositivos móveis: o futuro da internet?”, onde foram comentados variados tópicos, desde o atraso do Brasil em relação ao uso mais amplo de mídias móveis e os recursos que os mesmos podem oferecer, passando por mobile marketing, aplicativos para iPhone e Android, Foursquare, até a não-adoção do Brasil ao QR code. Mas todos confirmaram de que mobilidade e dispositivos móveis não são o futuro da Internet, e sim, o presente.

Acredite ou não, tivemos uma apresentação super lotada do ex-hacker e atual dono de uma empresa de segurança de informação, Kevin Mitnick. Ele mostrou como a população inconscientemente se mostra ingênua perante a várias falhas que entregam informações importantes e confidenciais. “7 em 10 pessoas já deram suas senhas ou informações importantes em troca de uma caneta”, afirmou e com razão.

O debate, ainda no espaço Campusblog, “Grande rede, pequenos produtores” contou com a presença de blogueiros mirins expondo suas opiniões e relataram como foi o início de tudo para cada um, incluindo a confiança ganha de seus pais para poderem se comunicar tão abertamente na Internet e para um público que eles realmente não esperavam atingir, e a diferença muitas vezes sentida no repertório de seus assuntos quando estão com colegas na escola (“é um outro papo, outras palavras, eles parecem não entender muito”).

NOTA: Realmente, quando estamos em um espaço tão aberto, com palestrantes cujas vozes não são tão graves, com música muito alta ao lado e barulho de chuva e trovões, muito se perde das palestras. E nisso, o Campus Party ainda precisa repensar em como melhorar.

Debate sobre podcasts foi a próxima atração, contando com a galera do NowLoading, Rapadura e do Metacast.
Todos eles puderam contar com muitos fãs na platéia, onde debateram sobre as diferenças de público entre os blogs e os podcasts, a importância de entregar um conteúdo levando em consideração o que seu público precisa ou deseja ouvir e alertaram para a necessidade de feedback que eles precisam ter de seus ouvintes.

Depois da turma do podcast, veio o pessoal do Jovem Nerd, que atraiu mais pessoas ainda. Eles abordaram assuntos como a dificuldade de ter o primeiro anunciante, de como teve que ser muito bem pensada e analisada a decisão de largar seus empregos para se dedicar full-time ao Jovem Nerd, do profissionalismo que é necessário ter quando você tem a promessa com um grande público na entrega de um bom conteúdo… e quanto à monetização X objetivos originais do blog? Eles não deixaram a bola cair, mostrando que não há problemas em relação a isso, que os bloggers podem se preocupar com adsense e todas outras formas de publicidade, mas sempre lembrar de que o conteúdo publicado por eles é o que mais importa, e que este não deve nunca ser superado nunca pela atenção à monetização em um blog profissional.

Campus Party 2010 – Dia 2


Campus Party 2010 – Dia 2

Upload feito originalmente por marinatm

O jantar do DIA 1 na Campus Party até que foi bom. Até porque pra quem pagou pelo catering, precisava, né?

E hoje cheguei para o café (bem fraquinho), pessoal caladinho, meio zumbis, meio desnorteados, aos poucos ocupando as mesas para checarem seus e-mails, etc.

É hoje que teremos o início das palestras!
Vamos ver como serão.

E esta semana, a Espalhe está fazendo uma ação muito bacana para a Meu Móvel de Madeira. No meio das barracas de lona, montaram uma barraca de madeira muito mais sofisticada que as demais. Pois é, tem cama, monitor e privacidade espaçosa. Como se fosse o quarto do rei (no BBB). Muito bacana mesmo.
E eles estão lançando desafios para escolher um vencedor por dia.

CLIQUE AQUI e confira a ação.

Campus Party – Dia 1

Pois é, embora as palestras comecem só a partir de amanhã (26), cheguei hoje para o credenciamento e já levei um susto com o tamanho e a demora na fila, que pegou sol, chuva, vento… Graças a deus, não estava com CPU, monitor, etc  como trocentos estavam… e fizeram loucuras pra proteger contra a chuva.

Fala sério, devia ter tomado café decentemente, devia ter almoçado cedo… só o que tinha era uma garrafinha de água na mochila. Mas já estou aqui dentro agora e logo mais vou devorar alguma coisa.

O Centro de Exposição Imigrantes (sim, aquele do Festival do Japão tb) até que está com uma divisão bacana das áreas (Criatividade – onde estarei a maior parte do tempo, Ciência, Inovação e Entretenimento Digital. E todos estes com suas sub-divisões).

Ainda não vi onde fica o refeitório, que bem ou não, acabei pagando pelo pacote de refeições… espero que não me arrependa.

Como é o primeiro dia, o pessoal já credenciado está indo preparar seus cantinhos de dormir, entrando em suas barracas, etc. E eu já estou como alguns, ocupando umas mesas das váááárias que estão aqui, prontas com cabo de rede e tudo mais.

A área livre de expositores (onde o pessoal não-pagante) também pode circular está bacana, alguns ainda estão com uns últimos ajustes. Vou dar uma olhadinha daqui a pouco no canto da Vivo (já que graças a deus estou livre da Oi – sim, a Oi me fez perder a paciência e não recomendo a ninguém).

20 pilas de estacionamento por dia aqui não rola pra mim, por isso vou ter que sofrer um pouquinho (por uma semana) com transporte público (que eu A-DO-RO… isso eh ironia, viu?). E não, não quero acampar por aqui… frescura minha mesmo.

Amanhã, o espaço CampusBlog começa às 10:30, com um debate sobre mobilidade e dispositivos móveis. E estarei aqui!

Ai, meu deus, meu estômago roncou e eu to indo comer alguma coisa.

Foursquare – “Soube que o bolinho de chuva de lá é bom”

Scroll down for the English version:

Foursquare

Quase todos os internautas já têm seus sites preferidos para verificar a resenha sobre um restaurante, um bar ou qualquer outro estabelecimento antes de realmente ir ou combinar com os amigos. Mas tem uns sites mais recentes que surgiram para dar uma dica, veja bem, não é uma resenha. E as características mais interessantes destes sites como o Foursquare é que você também faz o download do aplicativo para iPhone ou celular com Android, ou acessa a versão mobile em seu Blackberry ou outro modelo, o que permite que você possa atualizar do próprio local em que você se encontra, permitindo atualização simultânea de sua localização tanto no Twitter quanto no Facebook. E a partir destas próprias contas, você pode verificar seus amigos que também estão cadastrados no Foursquare ou chamar os que não estão.
Do seu próprio computador, você pode escrever dicas sobre os diversos lugares que costuma frequentar ou que já visitou… e ainda os que pretende ir. Caso o estabelecimento não esteja cadastrado, você poderá fazê-lo.
Sim, você também será reconhecido quando for a pessoa que mais visita ou dá dicas sobre determinado local ou se é o primeiro a escrever algo. Na verdade, existem vários reconhecimentos como esses através de distintivos que você ganha (como aqueles de escoteiros).

As empresas podem tirar um bom proveito de sites como este porque podem verificar como estão suas imagens pelas pessoas que realmente frequentam ou visitam suas lojas ou estabelecimentos, checando inclusive o que se destaca, além de verificar os hábitos específicos de consumo com dia e horário de cada pessoa.

Um exemplo muito legal é a de uma loja da Apple Store em Nova York, clique aqui.

Alguns outros sites como o Foursquare são: Gowalla e Yelp (este último ainda está com as versões locais nos EUA, Inglaterra e Canadá).

English version:

“Foursquare”

Foursquare

Foursquare

Practically everyone already have their favorite websites where they can find reviews about restaurants, bars or any other places to go out with friends, lovers, etc. But there are some more recent ones only for tips, see, not a review from you or professionals, but only a tip. And the most interesting thing about these websites like Foursquare is that you also can have the app of it on your iPhone, Android mobile, Blackberry or simple ones, updating your real time geolocation, no matter where you are. If you want, you can also have it connected to your Twitter and Facebook id.

On your desktop, you can write tips about many places you usually go to or used to. What if that cool, but hidden, restaurant is not registered? Well, you can do that!
Yeah, you’ll be noticed when you’re the person who visits most one place or the one who gives more tips about it, or even when you’re the first one to write something about that bar. Actually, Foursquare created many many cool badges for you to win.

Some companies are already taking advantage of it, not only with ad formats but checking and getting feedback from their visitors and fans.
A good example is the Apple store in NY (click here).

Other geolocation websites like Foursquare are: Gowalla and Yelp.